O SAGRADO 40 - do judaĆsmo aos esportes
- FlƔvio Amatti Filho
- 19 de jun. de 2023
- 39 min de leitura
Atualizado: 31 de out. de 2023
Em detrimento ao meu quadragĆ©simo artigo no site ArqueohistĆ³ria, neste post gostaria de repassar algumas ocorrĆŖncias do nĆŗmero 40 em religiƵes, literatura, tradiƧƵes, histĆ³ria e superstiƧƵes. Meu foco serĆ” nas tradiƧƵes do Oriente MĆ©dio e do mundo ocidental (europeu). TambĆ©m tentarei fazer algumas especulaƧƵes sobre as origens do nĆŗmero 40, ou as origens por trĆ”s de seu valor simbĆ³lico.

Para iniciarmos, alguma curiosidades:
1. Quarenta Ć© o Ćŗnico nĆŗmero em inglĆŖs cujas letras aparecem em ordem alfabĆ©tica.

2. Menos 40 graus, ou ā40 abaixoā, Ć© a Ćŗnica temperatura que Ć© a mesma em Fahrenheit e Celsius.
3. Quando a peste bubĆ“nica atingiu a Europa durante a Idade MĆ©dia, os navios ficavam isolados no porto por 40 dias antes que os passageiros pudessem desembarcar. A palavra italiana para 40 Ć© quaranta ā daĆ quarentena .
4. Existem 40 espaƧos em um tabuleiro de Banco ImobiliĆ”rio padrĆ£o. Provando que a vida Ć© uma aposta, o jogo dĆ” aos jogadores chances iguais (uma em 40) de irem direto para a cadeia ou ganharem na loteria do Estacionamento Gratuito.
5. Quarenta Ć© o nĆŗmero mĆ”ximo de jogadores que um time da Liga Principal de Beisebol pode contratar ao mesmo tempo.
6. EsqueƧa os ānove mesesā; uma gravidez tĆpica dura, na verdade, 40 semanas.
7. Os quĆmicos levaram 40 tentativas para desenvolver o spray mĆ”gico que conhecemos como... esperem por isso ... WD-40 (nome completo: Deslocamento de Ćgua, 40ĀŖ fĆ³rmula).
8. Na literatura, 40 Ć© o nĆŗmero de ladrƵes com os quais Ali Baba se confronta em Arabian Nights .
9. AlĆ©m disso, 40 Ć© o nĆŗmero de piscadelas que o Dr. William Kitchiner sugere tirar para uma soneca perfeita.
10. Na religiĆ£o, 40 parece ser uma abreviaĆ§Ć£o de āmuito tempoā. Jesus passou 40 dias jejuando no deserto sendo tentado pelo diabo; o grande dilĆŗvio durou 40 dias e 40 noites; o povo judeu vagou pelo deserto por 40 anos.
11. E se vocĆŖ precisar de mais evidĆŖncias de que 40 parece muito, veja a semana de trabalho americana padrĆ£o: 40 horas.
Dotado de uma organizaĆ§Ć£o e foco invejĆ”vel, o nĆŗmero 40 simboliza toda a disciplina e o controle um nĆŗmero sĆ³. Com grande tendĆŖncia ao metodismo, pode irritar as pessoas que estĆ£o ao seu redor e fazer com seja incompreendido pelos demais.
Para conhecer mais sobre o nĆŗmero 40, continuemos!
NUMEROLOGIA
Quando um nĆŗmero Ć© seguido pelo 0, a sua personalidade e demais caracterĆsticas podem se intensificar. Assim sendo, o nĆŗmero 40 tem grandes caracterĆsticas do nĆŗmero 4, sĆ³ que potencializadas.
Vejamos !
4 Ć© um dos nĆŗmeros sagrados dos pitagĆ³ricos e tambĆ©m Ć© reconhecido por eles como a linha reta.
Logo, a teoria da linha reta dos pitagĆ³ricos tambĆ©m se aplica Ć personalidade do nĆŗmero, entĆ£o, o nĆŗmero 40, ou sua reduĆ§Ć£o 4, tem a energia equilibrada e realista. O nĆŗmero zero que sucede o 4 lhe dĆ” mais potĆŖncia e forƧa para manifestar essa sua vibraĆ§Ć£o, tanto que pessoas que possuem a regĆŖncia desse nĆŗmero sĆ£o pessoas dignas de confianƧa, extrema atenĆ§Ć£o e senso de justiƧa.
SĆ£o conservadoras e organizadas, possuem uma certa aversĆ£o ao poder em geral, ou seja, costumam contrariar o poder e defender os oprimidos e fracos.
Este nĆŗmero representa a Terra, e toda a realizaĆ§Ć£o do plano material. Ele Ć© simbolizado pela pedra cĆŗbica, representa os 4 elementos e as 4 estaƧƵes do ano, as 4 letras do nome de Deus (IHVH) e os 4 elementos do homem (corpo, mente, alma, espĆrito).
Assim sendo, falando em plano material, o quatro representa toda a nossa realidade material, com 4 quatros (4444) usados nas diferentes operaƧƵes matemĆ”ticas, podemos resultar qualquer nĆŗmero existente de zero a mil. Exemplo: 44-44=0, 44:44=1, (4:4)+(4:4)=2, (4+4+4):4=3; e assim sucessivamente.
Basta usar a criatividade e comprovar que tudo e todos os nĆŗmeros podem ser gerados atravĆ©s do 4 !!
NO CABALISMO.
O nĆŗmero 40 denota tambĆ©m grande significado cabalĆstico, isso se deve ao fato de o nĆŗmero 40 aparecer repetidas vezes durante as Escrituras Sagradas (BĆblia).
Apenas como exemplo, podemos ver o caso dos 40 anos de Ćxodo do povo hebreu no deserto, 40 dias e noites de duraĆ§Ć£o do dilĆŗvio, 40 dias que MoisĆ©s ficou sobre o Monte, 40 dias do jejum de Jesus Cristo, 40 chibatadas que Cristo levou, entre outras coisas.
EntĆ£o o 40 sempre foi a medida da marca de um grande acontecimento e situaĆ§Ć£o, que precedeu tambĆ©m outro grande acontecimento e transformaĆ§Ć£o.
Dessa forma, o que pode ser claramente observado Ć© que isso pode ser muito bem marcado porque 40 dias apĆ³s a crucificaĆ§Ć£o, Jesus Cristo subiu aos cĆ©us, que neste caso demonstram ā40 dias de morteā e depois a āglĆ³ria e vida eternaā. Temos tambĆ©m a tĆ£o conhecida quaresma, que Ć© um perĆodo de, em mĆ©dia, 40 dias. Assim, a quaresma vai do perĆodo marcado pela quarta-feira de cinzas atĆ© o domingo de ramos, pela tradiĆ§Ć£o cristĆ£.
E outro perĆodo de 40 dias tambĆ©m conhecido por nĆ³s Ć© a quarentena, que se aplica para conter doenƧas e epidemias.
O nĆŗmero 40 Ć© mesmo repleto de significados, tando em questƵes espirituais, como em relaƧao as energias que os algarismos emanam.
E MoisĆ©s esteve na montanha quarenta dias e quarenta noites simboliza instruĆ§Ć£o completa e influĆŖncia total. Isso pode ser visto no simbolismo de quarenta como plenitude. Quarenta simboliza plenitude porque quatro significa o que Ć© cheio ou completo. ( Segredos do CĆ©u Ā§9437)
Se vocĆŖ observar as referĆŖncias bĆblicas aos nĆŗmeros quatro e particularmente quarenta , elas geralmente contĆŖm um elemento de luta - por exemplo, o dilĆŗvio do qual NoĆ© escapou construindo uma arca durou quarenta dias e quarenta noites.
ORIGEM E HISTĆRIA DOS NUMEROS.
Sabemos que os gregos usavam letras do seu alfabeto, derivado do alfabeto fenĆcio [o sistema romano Ć© mais recente, baseado no alfabeto latino e hoje, usamos os nĆŗmeros indo-arĆ”bico], para representar nĆŗmeros.
Mas os gregos nĆ£o foram os Ćŗnicos a utilizar letras para representar sons e tambĆ©m nĆŗmeros ā os nĆŗmeros-letras. Na verdade, entre os estudiosos que pesquisam a origem dos nĆŗmeros ainda paira uma grande dĆŗvida, jĆ” que um outro povo, os hebreus, tambĆ©m utilizava letras para simbolizar valores na mesma Ć©poca que os gregos. A questĆ£o Ć©: quem usou primeiro a numeraĆ§Ć£o alfabĆ©tica, gregos ou hebreus? Mas, isto realmente importa?
Tanto a forma de escrever grega, quanto a hebraica, foram influenciadas pela escrita fenĆcia. E isso explica a semelhanƧa que existe entre as duas formas de escrita e, portanto, entre as duas formas de nomear os nĆŗmeros.

Os hebreus povoaram a regiĆ£o do Oriente MĆ©dio no segundo milĆŖnio antes da era comum e de descendĆŖncia dos povos de lĆngua semitas. Eles usavam a escrita e a numeraĆ§Ć£o para feitos importantes naquela cultura, como por exemplo indicar datas do calendĆ”rio israelita / judaita e principalmente em censos demogrĆ”ficos ou nĆŗmeros de homens de seus exĆ©rcitos e batalhas.
Na numeraĆ§Ć£o hebraica, sĆ£o utilizadas vinte e duas letras do alfabeto hebraico, colocadas na ordem de acordo com o alfabeto fenĆcio do qual elas derivam. Assim sendo, as nove primeiras letras (de Aleph a Tet) referem-se aos nove primeiros nĆŗmeros; as nove letras seguintes (de Yod a TsadĆ©) sĆ£o associadas Ć s nove dezenas e as quatro Ćŗltimas letras (de Qof a Tav) representam as quatro primeiras centenas, como mostra o quadro abaixo:

Os hebreus escreviam e liam da direita para esquerda. Para indicar que o sĆmbolo escrito referia-se a um nĆŗmero e nĆ£o a uma letra propriamente, eles colocavam um pequeno acento [apĆ³strofe] Ć esquerda do nĆŗmero.
Veja como seriam escritos em hebraico os nĆŗmeros 1, 30 e 80:

Quando para representar um nĆŗmero eles precisavam escrever mais de uma letra, dobravam o apĆ³strofe, que passava a ser colocado entre as duas Ćŗltimas letras Ć esquerda. Veja alguns exemplos:

Tudo bem atĆ© a quarta centenaā¦ Mas e depois, como representar nĆŗmeros maiores que isso? Para resolver este problema os hebreus criaram uma regra: eles combinam (somam) a letra Tav, que representa 400, a outras letras de outras centenas, somando o valor desejado. Observe alguns exemplos:

AlĆ©m desta, existe uma outra regra que diz respeito Ć representaĆ§Ć£o dos milhares: se vocĆŖ olhar para um nĆŗmero hebraico e observar dois pontos em cima dele, em sua leitura deve multiplicĆ”-lo por mil. Ć assim que os hebreus ā mais recentes ā faziam para indicar os milhares em um nĆŗmero.

No entanto, esta āregraā foi inexistente por muitos sĆ©culos e sendo assim, os nĆŗmeros bĆblicos representando āmilharesāā tornaram-se absurdosā¦ Imagine uma batalha onde um exĆ©rcito ā no campo de batalha, cf. Js 20:2, 17; II Cr 13:3 ā teria 400 mil soldados!. ImpossĆvel!!! Sem falar na impossibilidade da aĆ§Ć£o da intendĆŖncia (trajes, armamentos, treinamento, alimentaĆ§Ć£o, Ć”gua, acomodaĆ§Ć£o, etc) de um exĆ©rcito extremamente numeroso como este. Portanto, estes nĆŗmeros irreais, eram apenas uma forma do āescritorā dizer [ou por nĆ£o ter ārecursosā linguĆstico] que o exĆ©rcito ou o nĆŗmero de mortos, era extremamente grande! E, alĆ©m disto, temos uma outra possibilidade de chegarmos Ć estes nĆŗmeros astronĆ“micos: o desgaste natural ou mesmo āacidentesā que possam ter ocorrido na formataĆ§Ć£o de tais nĆŗmeros (muitas vezes, como distinguir uma apĆ³strofe ou pontos sobre letras, em textos tĆ£o antigos?)
NUMEROS SIMBĆLICOS NA BIBLIA
A linguagem da BĆblia utiliza muitos recursos simbĆ³licos (sĆmbolos de uma realidade).
SĆ£o frases que nĆ£o devem ser tomadas ao pĆ© da letra, mas nem por isso deixam de expressar a verdade, revestida de uma roupagem especial. AliĆ”s, a linguagem simbĆ³lica traz verdades atĆ© mais profundas. Se contamos algo exatamente como aconteceu, nosso relato se limita ao momento em que o fato ocorreu. Se usamos linguagem simbĆ³lica, o significado se amplia porque aĆ pode ser aplicado a situaƧƵes de outros tempos e lugares, Ć© uma reflexĆ£o sobre o significado da vida em todos os tempos.
Isso vale para a maneira de contar a histĆ³ria do povo, muitas vezes exagerando na descriĆ§Ć£o dos fatos para comunicar que o que estĆ” sendo narrado foi muito mais importante na formaĆ§Ć£o da identidade do povo do que poderia parecer. NĆ³s tambĆ©m usamos exageros para comunicar sentimentos. Cantamos no hino nacional: Ouviram do Ipiranga as margens plĆ”cidas de um povo heroico o brado retumbanteā¦. E margem de rio nĆ£o tem ouvido nem havia um povo em volta de D. Kafos quando ele proclamou a independĆŖncia (mas hoje queremos que o povo se sinta motivado a defender a liberdade e seus direitos).
Se estamos irritados porque alguĆ©m nĆ£o segue orientaƧƵes nossas que julgamos importantes podemos dizer: _JĆ” te disse mil vezes para nĆ£o fazer isso! E Ć© claro que o nĆŗmero 1000 aĆ nĆ£o diz exatamente quantas vezes falamos sobre esse assuntoā¦
Na BĆblia comeƧamos a estranhar os nĆŗmeros quando vemos as idades dos patriarcas e figuras emblemĆ”ticas, com gente vivendo mais de novecentos anos nos primeiros capĆtulos de GĆŖnesis. NĆ£o precisamos brigar com antropĆ³logos que dizem que seria impossĆvel um ser humano viver tantoā¦ As idades avanƧadas vĆ£o diminuindo Ć medida que a histĆ³ria avanƧa, porque esses nĆŗmeros sĆ£o um jeito de dizer que o pecado foi crescendo e se espalhando na humanidade e prejudicando a qualidade da vida. Mas este fato Ć© perfeitamente explicado: No Ćden, o casal tinha Ć sua disposiĆ§Ć£o a Ćrvore da Vida, da qual foram expulso da sua presenƧa, apĆ³s o pecado. Gn 3:24. Por isto, devido ao efeito residual decrescente, do fruto da Ćrvore, a vida do ser humano (inicialmente com a imortalidade condicionada ao nĆ£o pecar), foi diminuĆdo drasticamente ao pondo do poeta dizer que viver mais que 70 anos, Ć© enfado. Sl 90:10.
No judaĆsmo, pĆ³s exĆlio, existe dentro da Cabala (o livro de misticismo dos judaicos), uma sessĆ£o que estuda os nĆŗmeros e seu sentidos simbĆ³licos, a Gematria.
OS NUMEROS E SEUS SIGNIFICADOS
1 (um) ā Denota a unicidade absoluta: Tudo comeƧa Nele. NinguĆ©m O precede; desse modo, o numero um representa o ULāHIM (Criador Eterno, o PAI/ABI) absoluto. Para Ele, tudo Ć© um: hĆ” um sĆ³ ULāHIM (I Tm 2:5; I Co 8:4up). A BĆblia declara a Posqayao como o inĆcio dos meses (Ex 12:2). Primeiro, porque foi o tempo em que Ele veio para libertar o Seu povo do Egito. Todo primogĆŖnito era santo a YAOHUH (Ex 22:29). TambĆ©m era Sua, toda primeira colheita e todo o primeiro frutoā¦
YAOHUH Ć© Um (Dt 6:4; Zc 14:9).
2 (dois) ā Simboliza testemunha e apoio: O dois tem um significado semelhante ao oito. A Palavra do Criador diz, na Primeira EpĆstola aos CorĆntios, que Ele Ć© o segundo homem (I Co 15:47). Na EpĆstola aos Romanos, Ele Ć© o segundo Adan. Sua obra [salvĆtica] possui dois estĆ”gios: encarnaĆ§Ć£o e glorificaĆ§Ć£o. O sacrifico pelo pecado, em Lv 5:7, tinha duas pombas, mostrando os dois aspectos da salvaĆ§Ć£o. Em Lv 16 (Yom Kipur) temos dois bodes, representando a cruz: Julgado dentro da cidade (o primeiro bode) e morto fora dela (o segundo, azazel). O nĆŗmero dois tambĆ©m fala de comunhĆ£o, adiĆ§Ć£o e ajuda (Ec 4:9-12). Yaohuāshua veio para ter comunhĆ£o com o homem, trouxe YAOHUH para dentro do homem e levou o homem para dentro dāEles; ou melhor, preparou o ser humano para ser habitado por Eles ā Jo 14:21,23.
Dois tambĆ©m Ć© o nĆŗmero do testemunho: n a BĆblia, todo testemunho precisa de, no mĆnimo, duas pessoas. Os discĆpulos foram enviados aos pares (Mt 10), porque o testemunho duplo Ć© fiel e verdadeiro (Dt 17:6; 19:15; Mt 18:16; II Co 13:1; I Tm 5:19). Dois Ć© o testemunho de Cristo. A bĆblia fala que os pĆ£es que ficavam no Lugar Santo eram dois, o que aponta para o testemunho. Durante a Grande TribulaĆ§Ć£o haverĆ” duas testemunhas ā o Velho e o Novo Testamento (Jo 11:8); pois, se nĆ£o aceitarem ao āNovoā, (Yaohuāshua), nĆ£o serĆ£o salvos ā que irĆ£o pregar em Yashuaāoleym (Ap 11:3). Apocalipse nos mostra que um dos nomes de Yaohuāshua Ć© a Testemunha Fiel e Verdadeira (Ap1:5 e 19:13). No entanto, dependendo do contexto, o nĆŗmero dois tambĆ©m pode significar divisĆ£o e contraste. Assimā¦
Havia duas grandes luzes, na criaĆ§Ć£o (Gn 1:16). Dois querubins guardavam a Arca da AlianƧa (Ex 25:22). Duas testemunhas estabelecem a verdade (Mt 26:60). Os discĆpulos foram enviados dois a dois (Lc 10: 1).
Ć o par perfeito. Dos animais puros Nok levou para a arca sempre pares (Gn 7:2); totalizando sete pares. Ć o dobro e pode significar de sobra, como em Is 40:2; 61:7; Ap 18:6. Ec 4: 9 ā O trabalho realizado por dois Ć© sempre mais proveitoso.
3 (trĆŖs) ā Ć usado para reforƧar ou dar ĆŖnfase a uma expressĆ£o. Assim, quando se quer dizer que YAOHUH Ć© Santo, repete-se trĆŖs vezes: YAOHUH Ć© Santo, Santo, Santo (Is 6:3; Ap 4:8). UL (o Verbo) abenƧoa trĆŖs vezes (Nm 6:24-26). TrĆŖs sĆ£o os mensageiros que anunciam o nascimento de Yatzkhāaq (Gn 18:1). Ć o nĆŗmero da plenitude (Ap 21:13) e da santidade (Ap 4:8). Satan se aproveitou disto e disseminou a doutrina pagĆ£ da trindade, apontando este nĆŗmero para a unidade (3 em 1) desta ātrindadeā e usando fartamente este nĆŗmero para āmostrarā esta triunidade; inclusive adulterando as Escrituras para isto (Mt 28:19; I Jo 5:7-8)
Portanto, dizer que algo aconteceu 3 vezes Ć© confirmar o efeito do fato. Kafos negou Yaohuāshua 3 vezes, isto Ć©, negou de verdade, pra valer! E depois da ressurreiĆ§Ć£o afirma 3 vezes que ama Yaohuāshua, ou seja: retomou de verdade a posiĆ§Ć£o de seguidor do Mestre amado. Yaohuāshua ressuscita no terceiro dia, um jeito de dizer que sua morte foi um fato indiscutĆvel (Mt 12:39-40).
4 (quatro) ā O quatro Ć© o nĆŗmero da criaĆ§Ć£o. SĆ£o quatro os elementos: terra, ar, Ć”gua e fogo. Ap 7:1 mostra que sĆ£o quatro os ventos da terra. Isso nĆ£o significa que na Terra existam āquatro ventosā, mas que eles sopram sobre toda a criaĆ§Ć£o. SĆ£o quatro as estaƧƵes do ano e tambĆ©m os pontos cardeais: norte, sul, leste, oeste [quatro cantos da Terra; nĆ£o significando com isto que a Terra seja plana ou quadrada]; a Cidade Ć© quadrangular (Ap 21:16). Quatro Seres vivos (Ap 4:6; 7:1; 20:8). SĆ£o quatro os impĆ©rios mundiais mencionados no Livro de Dayanāul, cap. dois (na tentativa de se estabelecer o 5Āŗ impĆ©rio ā o do anticristo, o Messias vem e destrĆ³i este intento e Se estabelece sobre toda a Terra; vs. 34, 35, 40, 44). Os quatro evangelhos narram a histĆ³ria de Yaohuāshua [UL/Criador, o Verbo que Se fez carne ā Jo 1:1-3, 14; Hb 1:1-2; Cl 1:15-20] vivendo nesse mundo, lidando/restaurando a Sua criaĆ§Ć£o pecaminosa. Na parĆ”bola do semeador, sĆ£o quatro os tipos de solo do coraĆ§Ć£o, mostrando que abrange toda a criaĆ§Ć£o divina. O julgamento do mundo tem quatro aspectos em Apocalipse: a guerra, a fome, a doenƧa e o terremoto. Por isso o nĆŗmero quatro na BĆblia, aponta para a criaĆ§Ć£o (no quarto dia, o Criador termina o preparo da Terra para a Vida). Portanto, Ć© o nĆŗmero da totalidade: um sinal de plenitudeā¦
40 (quarenta) ā NĆŗmero que indica um tempo necessĆ”rio de preparaĆ§Ć£o para algo novo que vai chegar: 40 dias e quarenta noites do dilĆŗvio (Gn 7:4, 12); 40 dias e 40 noites Mehuāshua passa no Monte (Ex 24:18; 34:26; Dt 9:9-11; 10:10); 40 anos foi o tempo da peregrinaĆ§Ć£o pelo deserto (Nm 14:33; 32:13; Dt 8:2; 29:4, etc); Yaohuāshua jejuou 40 dias antes de comeƧar seu ministĆ©rio (Mt 4:2; Mc 1:12; Lc 4:2); a ascensĆ£o de Yaohuāshua acontece 40 dias depois da RessurreiĆ§Ć£o (At 1:3). Quando alguĆ©m errava era corrigido com 40 chicotadas (Dt 25:3) e Shaāul tambĆ©m recebeu cinco vezes as 40 chicotadas, menos uma (II Co 11:24).
400 (quatrocentos) ā Os Yaoshorulāitas estiveram no Egito por 400 anos, sendo que destes, 240 anos (3 x 4 x 10 = intensificaĆ§Ć£o), como escravos pelos faraĆ³s egĆpcios.
5 (cinco) ā O nĆŗmero cinco significa responsabilidade diante do Criador. Na parĆ”bola das virgens, tem-se dois grupos: cincos nĆ©scias e cinco prudentes (Mt 25:2). Isso porque cinco significa comprometimento. Ć o nĆŗmero de dedos da nossa mĆ£o indicando que temos compromisso com os nossos atos. Nossas mĆ£os simbolizam nossas obras. O primeiro bloco da BĆblia (a Lei) tĆŖm 5 livros, o Pentateuco. A consagraĆ§Ć£o de Aharon e a purificaĆ§Ć£o do leproso tinham cinco unƧƵes que eram aplicadas em cinco partes do corpo, mostrando que somos responsĆ”veis pela unĆ§Ć£o recebida. O Criador multiplicou cinco pĆ£es para alimentar cinco mil pessoas e Daoāud usou cinco pedras para vencer Golias (I Sm 17:40). Sabemos que o quinto reino mencionado em Dayanāul, serĆ” o reino de Cristo que vem sobre a Terra, destruĆdo o intento do antiācristo e para entrar nele, temos que ter compromisso. Em LevĆtico temos cinco ofertas que falam das obrigaƧƵes de o homem se apresentar diante de YAOHUH. Dessa forma, o nĆŗmero cinco simboliza responsabilidade diante do Pai e no Apocalipse pode ser negativo. Ap 9:5, 10.
6 (seis) ā NĆŗmero imperfeito, nĆ£o chegou Ć perfeiĆ§Ć£o, que Ć© o nĆŗmero 7. No Apocalipse (13:18) Ć© repetido trĆŖs vezes, por isso o nĆŗmero da besta Ć© 666. ImperfeiĆ§Ć£o total! Golias tinha irmĆ£os com seis dedos nas mĆ£os e pĆ©s (II Sm 21:20). Golias tinha seis dedos nas mĆ£os, seis dedos nos pĆ©s e seis cĆ“vados de altura. Tudo em Golias era seis, porque fala do homem como inimigo do (I Sm 17.4-7). TambĆ©m Ć© o nĆŗmero de haāsatan (Dn 3:1, Ap 13:18). Portanto, Ć© tambĆ©m o nĆŗmero do homem caĆdo; em rebeliĆ£o contra YAOHUH e unido com o diabo, vivendo sem o Criador, no mundo. O homem foi criado no sexto dia e pode trabalhar seis dias por semana (Ex 23:12). Ć o Ć”pice do humanismo e da sua independĆŖncia de ULāHIM. No Velho Testamento, um escravo sĆ³ podia ser escravo por seis anos; no sĆ©timo, ele tinha que sair livre. Segundo a cronologia bĆblica, a histĆ³ria do homem na Terra tem seis mil anos de Adan atĆ© hoje. Entendemos que o sĆ©timo serĆ” o milĆŖnio, terreal. O sexto selo fala da ira do Cordeiro sobre a humanidade.
666 (seiscentos e sessenta e seis) ā O nĆŗmero do anticristo Ć© 666, isto Ć©, trĆŖs vezes seis. Lembra-se que o trĆŖs significa completude, portanto 666 simboliza o homem em teimosia total tentando ser como UL (egoĆsmo) ā Ez 28:12-19 (Is 14:12-15) mostra a queda de satan, neste mesmo intento.
O salĆ”rio de SalomĆ£o (o idĆ³latra que recebeu a Sabedoria, mas se perdeu ā sĆ³ reconheceu o seu erro, no fim de sua vida) era de 666 talentos de ouro, anualā¦ I Rs 10:14. E, a estĆ”tua de ouro de Nebuchadnezar era de 6 cĆ“vados por 66; isto Ć©, 666. Dn 3:1-2. Assim, 666 aponta para o anticristo por ser ele o āavessoā da perfeiĆ§Ć£o (YAOHUH). O anticristo se levantarĆ” contra tudo que se chama divino.
Ele Ć© a consumaĆ§Ć£o de Bavel. No dias do Apocalipse, era Nero, o anticristo [veja abaixo]; desde entĆ£o, sempre houve anticristos e sendo assim, sempre pudemos identifica-los ācalculado o seu nome ā Ap13:18. Portanto, Ć© o homem vivendo independente do ETERNO (Nova Era), dizendo: nĆ£o precisamos de ti, nĆ£o queremos nos sujeitar a ninguĆ©m, nem adorar a ninguĆ©m, nĆ£o queremos nos dobrar diante de ninguĆ©m. O anticristo Ć© o Ć”pice do humanismo. Cada vez mais ouvimos a mensagem de que o homem Ć© o centro de tudo, de que o homem Ć© capaz de tudo, de que ele, homem, Ć© o seu prĆ³prio ādeusā; afirmando sempre: ādeusā estĆ” em todo lugar e em todas as āigrejasā ā ponto para satan!
OBS: Em Ap 13:18, o famoso nĆŗmero da ābesta do Apocalipseā Ć© 666, que provĆ©m da soma das consoantes hebraicas (n + w + r + n + r + s + q) de KAISAR NERON: Imperador Nero, o grande perseguidor dos cristĆ£os (100 + 60 + 200 + 50 + 200 + 6 + 50 = 666).
Hoje poderĆamos fazer o mesmo com o nome de Bush (o inimigo nĀŗ 1 para os pentecostais paranoicos). Pois, o nome completo dele Ć©: George (6 letras) + Walker (6 letras) + Bush Jr (6 letras), ou seja: 666! Mas hĆ” outras formas de se calcular este 666, usando os nĆŗmeros romanos representados por cada letra, a exemplo do nome da falsa profetiza dos adventistas:
ELLEN GOULD WHITE = 666

A menos que alguĆ©m prove ao contrĆ”rio, nĆ£o hĆ” nenhuma lĆ³gica forƧada ou cĆ”lculo errado. *Note que o āUā no latim representa ao āVā. O āWā nas lĆnguas anglo-saxĆ“nias Ć© conhecido por ādoblevĆŖā devido Ć sua fonĆ©tica.E, Ć© por isto que o Messias lhes dĆ” a OperaĆ§Ć£o do Erro (II Ts 2:11).
TambĆ©m, na frase paganizada ou usando o falso Nome do Messias: JESUS CRISTO FILHO DE DEUS em Latim (o mesmo que fazem com o tĆtulo papal), que Ć© a lĆngua de origem do ImpĆ©rio Romano, criador da besta atravĆ©s da doutrina pagĆ£ da trindade. Ao tomarmos os valores em algarismos romanos das letras correspondentes, encontramos o nĆŗmero 666, que Ć© o nĆŗmero da besta. Ex:
I E S V S C R I S T V S F I L I I D E I
1 + 5 + 100 + 1 + 5 + 1+50+2 + 500 + 1 = 666
7 (sete) ā Ć a soma de 4 + 3. Por isso Ć© o nĆŗmero perfeito, indica o mĆ”ximo da perfeiĆ§Ć£o (Nm 23:4; Mt 15:36); grande quantidade (Is 30:26; Pr 24:16; Mt 18:21); totalidade (Ap 1:4); indica sĆ©ries completas como no Apocalipse: 7 Cartas (Ap 2-3); 7 Selos (Ap 6:1-17); 7 cabeƧas (Ap 12:3). O Cordeiro imolado recebe 7 dons (Ap 5:12). Sete Reis papais (Ap 17:9, 10); etc.
DaĆ, a partir do nĆŗmero sete, todos os nĆŗmeros sĆ£o uma composiĆ§Ć£o dos seis anteriores. Tudo que fala da aĆ§Ć£o divina no tempo e no meio da sua criaĆ§Ć£o Ć© sete. Por isso o sĆ©timo dia, o shabbos, foi santificado (Gn 2.1-3), apĆ³s a CriaĆ§Ć£o. Kanosh, o sĆ©timo depois de Adan, foi selado, ainda em vida (Gn 5:24 cf. Hb 11:5, 13). Depois que Nok entrou na arca, houve ainda sete dias de tolerĆ¢ncia, de graƧa (Gn 7:4). Yaākof serviu a Laban por sete anos. No Egito, houve sete anos de abundĆ¢ncia e sete anos de fome. O candelabro tem sete lĆ¢mpadas, uma para cada dia da CriaĆ§Ć£o. O sangue tinha que ser aspergido sete vezes significando a redenĆ§Ć£o perfeita. O shabbos Ć© o sĆ©timo dia da CriaĆ§Ć£o, simbolizando o perfeito descanso que Criador nos oferece, nEle (Hb 4:11). Durante a festa dos PĆ£es asmos, havia uma oferta de holocausto feita por sete dias, simbolizando a perfeita consagraĆ§Ć£o. A festa dos tabernĆ”culos durava sete dias, simbolizando a perfeita glĆ³ria. A luta contra Yarichāo foi feita com sete sacerdotes, usando sete trombetas, marchando por sete dias, simbolizando perfeita vitĆ³ria. Naaman mergulhou sete vezes no rio Yardayan, entendido como perfeita purificaĆ§Ć£o, Yahāov teve sete filhas depois da sua tribulaĆ§Ć£o, simbolizando a perfeita benĆ§Ć£o. Yaohuāshua falou sete palavras na cruz. Havia sete diĆ”conos na Igreja primitiva. SĆ£o sete as parĆ”bolas do reino em Mattāyaohuh 13. SĆ£o sete as festas perpetuas (Lv 23) e tambĆ©m sete as oholyais em Apocalipse. Nele, existem muitos grupos de sete: sĆ£o sete espĆritos (estados) do ETERNO, sete candelabros, sete lĆ¢mpadas, sete chifres, sete olhos, sete trombetas, sete pragas e sete taƧas. Ao todo, em Apocalipse, o sete Ć© mencionado cinquenta e seis vezes, portanto compreender o significado desse nĆŗmero Ć© muito importante para o entendimento deste livro.
Por isto tudo, o sĆ”bado Ć© o sĆ©timo dia; Yaohuāshua fez a CriaĆ§Ć£o em 7 dias [VocĆŖ nĆ£o acredita que tenha sido Ele, o Verbo que se fez carne, que nos criou? VocĆŖ nĆ£o vĆŖ o nosso Criador e Redentor, desde as primeiras pĆ”ginas do VT? E nĆ£o estamos falando da ātrindadeā ā um paganismo ā mas sim de pessoas distintas. Jo 1:18 (I Co 10:1-4; I Co 8:5-6)]; a festa de Pentecostes acontece 7 vezes 7 dias (penta ā 50) depois da Posqayao. Cada sĆ©timo ano Ć© sabĆ”tico (descanso para a terra e libertaĆ§Ć£o dos oprimidos ā Lv 25) e depois de 7 vezes 7 anos (no 50Āŗ ano) vem o Jubileu. NĆ£o se deve perdoar 7 vezes, mas 70 vezes 7 (Mt 18:22).
Ć importante ver que no Apocalipse aparece a metade de 7, isto Ć© 3,5 (Ap 11:9). Ćs vezes se diz: um tempo, dois tempos, meio tempo (Ap 12:14; Dn 7:25), isto Ć© trĆŖs anos e meio. TambĆ©m pode ser 42 meses (Ap 11:2), Ć© igual a 1.260 dias (Ap 12:6), isto Ć©, sempre a metade de 7. Ć a duraĆ§Ć£o limitada das perseguiƧƵes. Ć o tempo controlado por YAOHUH e foi na metade da Ćŗltima semana de Dn 9:25-27 (o ministĆ©rio carnal do Messias) que ocorreu a cruzā¦ Veja a observaĆ§Ć£o, abaixo:
Obs: A marech, ou seja, as 2.300 tardesā¦ Dn 8:14. Estas 2.300 tardes cumpre-se dentro da Ćŗltima semana: Uma semana Ć© igual a 2.520 dias; nos primeiros 6 meses [180 dias], o Imersor, preparou o Caminho. O Messias, apĆ³s a sua imersĆ£o, foi ao deserto por 40 dias. 180 +40 = 220 dias em que o Messias nĆ£o pregouā¦ 2.520-220 = 2.300 tardes e manhĆ£sā¦
OBS: 70 (setenta) ā Mt 18:22; Lc 10:1; Apontando para as Setenta Semanas de Dayanāul. Os pentecostais, sem nenhuma base bĆblica, destaca a Ćŗltima semana das demais e a coloca para o futuro (para isto, deturpam a passagem dizendo que o PRINCIPE alĆ nĆ£o Ć© o Messias, mas sim o imperador romano) para impor a sua doutrina de um governo do anticristo (a Pedra de Dn 2 vem e destrĆ³i este intento; portanto, o anticristo nĆ£o governarĆ” nem por um Ćŗnico segundo) e do seu antibĆblico arrebatamento cujo objetivo Ć© nĆ£o permitir que a āigrejaā esteja presente durante este pretenso governo [a Grande TribulaĆ§Ć£o], ignorando, por exemplo, Mt 24:29-31.
OBS: 70 x 7 (setenta vezes sete) ā Foi dado um perĆodo de 490 anos para que os judaicos mudassem o seu proceder para com o ETERNOā¦ Este tempo inicia-se pela reconstruĆ§Ć£o de Yahāshua-oleym (49 anos com dificuldades ā Ed & Ne). Depois segue pelo perĆodo intertestamentĆ”rio (+ 434 anos). Isto nos leva Ć Ćŗltima semana que se inicia com a imersĆ£o de Yaohuāshua holāMehushkyah. No meio desta semana, o Messias Ć© morto e assim os sacrifĆcios perdem a razĆ£o de ser (Mt 27:51; Hb 7:27). Segue o resto da semana, onde os judaicos selaram a vida da naĆ§Ć£o, com o sacrifĆcio de Esteban (At 6/7)ā¦ E, a profecia acaba por apontar o fim destas coisas com a Volta de Yaohuāshua!
Jogo de nĆŗmeros 10 x 7: MoisĆ©s comunica o espĆrito profĆ©tico aos 70 anciĆ£os (Nm 11,16-17.24-25). O exĆlio na BabilĆ“nia Ć© interpretado como a duraĆ§Ć£o de 70 anos (Jr 25,11; 29,10; 27,7; 2Cr 36,21; Dn 9). A traduĆ§Ć£o da BĆblia hebraica para o grego foi feita por 70 escribas e por isso recebeu o nome de LXX ou Septuaginta.
OBS: 777 (setecentos e setenta e setenta) ā Gn5:28-31 Lameque tinha 182 anos quando lhe nasceu um filho, a que chamou Nokh porque, disse ele: Este hĆ” de trazer-nos descanso para o duro trabalho da terra que o Criador amaldiƧoou. Lameque viveu mais 595 anos e teve mais filhos e filhas. Ao todo foram 777 os anos de vida que teve, e morreu [morreu durante a construĆ§Ć£o da Arca, pouco anos antes do dilĆŗvio]. Este nĆŗmero indica a perfeiĆ§Ć£o mĆ”xima do Criador, contrapondo-se ao 666.
8 (oito) ā Ć sete mais um, Ć© como que o transbordamento. O nĆŗmero oito significa ressurreiĆ§Ć£o ou novo comeƧo. Na verdade, a ressurreiĆ§Ć£o Ć© um novo comeƧo. Ć alguĆ©m que morreu, ressuscitou e estĆ” tendo um novo comeƧo.. A BĆblia fala que oito pessoas saĆram da arca, simbolizando ressurreiĆ§Ć£o, porque passaram pela morte no dilĆŗvio e saĆram para uma nova vida. A circuncisĆ£o ocorria no oitavo dia, porque circuncidar significa cortar a carne, daĆ ter que ser ao oitavo dia para simbolizar o recomeƧo. Daoāud era o oitavo filho. O leproso era purificado no oitavo dia. As primĆcias eram trazidas no oitavo dia. O sacerdote trabalhava no oitavo dia da consagraĆ§Ć£o. As bem-aventuranƧas em Mattāyaohuh sĆ£o sete mais uma. A transfiguraĆ§Ć£o se deu no oitavo dia para mostrar que depois da ressurreiĆ§Ć£o [ou na volta do Messias] nĆ³s seremos glorificados (Lc 9:28-36; Cf. I Co 15:50-53).
Muitos ācrentes paganizadosā CRIARAM uma semana de 8 dias, capenga, ao afirmar que o domingo nĆ£o Ć© o primeiro dia; mas sim o oitavo, o dia do recomeƧo, da nova criaĆ§Ć£o. Por isso, para estes pagĆ£os adoradores do sol (Ez 8:13, 16) o domingo Ć© o dia de descanso, afrontando o Criador e a Sua Lei [Ex 20:8-11 cf. Mt 5:17-19] ao afirmar ā como todo o mundo cristĆ£o que nĆ£o lĆŖ com atenĆ§Ć£o, as Escrituras e assim, aceitam as āinterpretaƧƵes dos teĆ³logosā mal intencionados ā que Ć© o dia da ressurreiĆ§Ć£o. Estude com profundidade e fique sabendo que o Messias nĆ£o morreu em uma sexta-feira e ressuscitou no domingoā¦ Mas sim, morreu em uma quarta-feira e ressuscitou em um sĆ”bado; cumprindo literalmente Mt 12:39-40 (sem esta de ādias inclusivos, criado pelos teĆ³logos pagĆ£os ). No fim deste estudo, tem um link para vocĆŖ ficar conhecendo ā biblicamente ā o Verdadeiro dia da RessurreiĆ§Ć£o.
9 (nove) ā O nĆŗmero nove nĆ£o aparece em Apocalipse. Ele tem dois significados: pode significar ingratidĆ£o, pois foram nove os leprosos que nĆ£o voltaram para agradecer (Lc 17.11-19). Ou pode significar uma obra humana incompleta: pois o nove Ć© a combinaĆ§Ć£o de quatro mais cinco, ou seja, a criaĆ§Ć£o mais a responsabilidade.
TambĆ©m pode estar ligado Ć produĆ§Ć£o de frutos. Yaohuāshua disse que āse o grĆ£o de trigo, caindo na terra, nĆ£o morrer, fica ele sĆ³; mas se morrer, produz muito frutoā (Jo 12:24).
Os fruto do EspĆrito (Yaohushua) apresentado em Gl 5:22-23, estĆ” assim dividido: trĆŖs sĆ£o interiores, trĆŖs sĆ£o exteriores e trĆŖs sĆ£o teocĆŖntricos. HĆ” nove dons do EspĆrito em I Co12, referindo-se a poder e ao carĆ”ter conforme, Gl 5:22-23.
Em Gn 9:9 temos um pacto: āE eis que estabeleƧo a minha alianƧa convosco e com a vossa descendĆŖncia, depois de vĆ³sā. Este pacto foi feito com Nok e os seus trĆŖs filhos. Mais tarde, UL fez outro pacto com Abrulāhan, quando este contava noventa e nove anos (Gn17:1Ć 1+7+1=9). Ora, Ć© dito que Abrulāhan jĆ” era āamortecidoā por causa da idade, mas mesmo assim ele produziu fruto.
Lemos sobre as novecentas carruagens de ferro em Jz-4:3. O leito de Ogue, rei de Basan tinha nove cĆ“vados de comprimento (Dt 3:11). Na era dos patriarcas esse nĆŗmero era muito importante. Em Gn 5, encontramos o nĆŗmero novecentos, sete vezes, em um sĆ³ capĆtulo.
Lembramo-nos aqui das noventa e nove ovelhas obedientes e de uma que se extraviou. Yashuaāoleym foi destruĆda no nono mĆŖs (Jr 52:4-6) O Rolo da Lei foi destruĆdo em Jr 36:23, no nono mĆŖs. Nove Ć© o perĆodo de gestaĆ§Ć£o para que as mulheres produzam fruto. A visĆ£o de Kafos aconteceu na hora nona (At 10:9-17).
JĆ”, os pagĆ£os trinitarianos enxergam este nĆŗmero como sendo o triplo de trĆŖsā¦
10 (dez) ā Mesmo nĆ£o sendo Ćmpar, o nĆŗmero 10 (dez) entrou na lista dos nĆŗmeros perfeitos. Ele expressa o completo, a inteireza, o todo. Ć considerado o nĆŗmero da perfeiĆ§Ć£o humana. Com o 10 (a soma de dois nĆŗmeros perfeitos: 3 + 7 = 10), expressamos a admiraĆ§Ć£o e reconhecimento que temos por alguĆ©m: Ele Ć© 10! Na maioria das escolas a avaliaĆ§Ć£o Ć© por conceito numĆ©rico. Quem obtĆ©m nota 10, consegue o mĆ”ximo. Indica grande quantidade (Gn 31:7) ou Ć© simplesmente um nĆŗmero redondo (Mt 25:1). Indica tambĆ©m listas completas. Pelos dez dedos das mĆ£os Ć© fĆ”cil lembrar a lista. Indica um tempo limitado; curta duraĆ§Ć£o (Dn 1:12.14; Ap 2:10). Dez sĆ£o os mandamentos. Dez eram as virgens e dez foram as pragas no Egito. Os discĆpulos oraram dez dias. Eram dez os servos em Lc 19:13. Pode indicar tambĆ©m imperfeiĆ§Ć£o: a besta sĆ³ tem 10 chifres (Ap 12,3). Na FranƧa iluminista, foi criada a semana de 10 dias para renegar qualquer vinculo espiritual com a semana da CriaĆ§Ć£oā¦ Esta semana (1793) durou apenas 3,5 anos (metade de sete)!
12 (doze) ā Ć o resultado de 4 x 3, isto Ć©, um nĆŗmero bem completo. Ć o nĆŗmero que representa o povo, que comeƧou com 12 tribos. Yaohuāshua, ao escolher 12 apĆ³stolos quer dizer que estĆ” formando um novo povo. Quando no Apocalipse se diz que sĆ£o 144.000 os marcados como servos de YAOHUH nĆ£o precisamos ficar achando que agora nĆ£o hĆ” mais vaga para nĆ³s, entre os eleitos. Veja, 144 000 = 12 (representa o povo de yaoshorulāita, isto Ć©, os judaicos) x 12 (representando todos os povos, nĆ³s) x 1000 ( uma grande multidĆ£o). Nesse simbolismo hĆ” espaƧo para todos, em todos os tempos. Quando Yaohuāshua multiplica os pĆ£es, sobram 12 cestas (se multiplicarmos nossas ofertas* aos que tĆŖm fome haverĆ” comida para todo o povo). Isto confirma que Ć© o nĆŗmero da escolha [12 tribos no AT; 12 ApĆ³stolos no NT]; 12 legiƵes de anjos (Mt 26:53). Os anciĆ£os sĆ£o 24, isto Ć©: 2 x 12 (Ap 4:4). Por isto, os que serĆ£o salvos (Ap 7:4) serĆ£o 144.000, isto Ć© 12 x 12 x 1000! Ć o nĆŗmero da totalidade (Ap 21:12-14).
O nĆŗmero doze possui basicamente o mesmo significado do sete, todavia se diferencia dele porque o sete Ć© a perfeiĆ§Ć£o da aĆ§Ć£o do Criador na histĆ³ria do homem, no tempo; enquanto o doze Ć© a perfeiĆ§Ć£o de Sua aĆ§Ć£o para a eternidade. Por isso, tudo o que Ć© eterno, em Apocalipse, Ć© doze; mas tudo o que tem fim Ć© sete (sete Ćŗltimas Pragas sobre os Ćmpios, em Ap 16). Sete Ć© trĆŖs mais quatro, mas o doze Ć© trĆŖs vezes quatro. Os sete selos e as sete trombetas sĆ£o uma aĆ§Ć£o completa do Criador (Yaohuāshua); no entanto, sĆ³ por um tempo, enquanto aquilo que Ć© doze Ć© eterno. A BĆblia fala que sĆ£o doze meses, doze discĆpulos, doze portas de Yashuaāoleym, doze pedras preciosas no peito e nos ombros do sumo sacerdote, doze pĆ£es e doze espias. Yaohuāshua foi a Yashuaāoleym aos doze anos. SĆ£o doze as legiƵes de anjos. Apocalipse 21 se refere ao nĆŗmero doze: a Nova Yashuaāoleym possui doze portas, doze fundamentos, doze tronos, doze pĆ©rolas e doze pedras preciosas. Portanto, tudo que Ć© eterno Ć© doze.
Nota de oCaminho: A Lei Moral vigora atĆ© o Fim do Pecado (Ap 20:11-15), apĆ³s o MilĆŖnio!
OBS: 120 (cento e vinte) ā (3 x 40) ā O numero cento e vinte possui qualidades simbĆ³licas singulares. Esse numero figura no Livro do GĆŖnesis como medida de tempo, no momento em que um limite de cento e vinte anos foi decretado para os anti-diluvianos retornarem ao Criador (Gn 6:3). Este foi tempo em que Nok construiu a arca para sobreviver ao diluvio (Gn 6), Esse numero tambĆ©m corresponde aos anos de vida do profeta Mehuāshua (Dt 34:7). Aos cento e vinte dias em que Mehuāshua esteve sobre o Monte Sāneah em trĆŖs perĆodos de quarenta dias cada, como tambĆ©m ao perĆodo de trĆŖs geraƧƵes convencionais de quarenta anos cada, exemplificado pelo pacto do Cridor com o povo de Yaoshorāul: āā¦guardes todos os Seus estatutos e os Seus preceitos que eu te ordeno ā tu, teu filho e o filho de teu filhoā¦ā (Dt 6:2). A BĆblia pode, entĆ£o, ser compreendida como um contrato entre o Criador (representado o ETERNO) e o povo de Yaoshorāul.
1000 (mil) ā Uma quantidade tĆ£o grande que nĆ£o se pode contar. Prazo de tempo completo e comprido. Reino de mil anos (Ap 20:2).
OBS: O Apocalipse Ć© um livro de sĆmbolos (nĆ£o literais); no entanto, sĆmbolos de uma realidade (cada sĆmbolo representa uma coisa literal)!
Ver as combinaƧƵes: 7 x 1000 (Ap 11:13; 12 X 1000 (Ap 7:5-8); 12 x 12 x 1000 (Ap 7:4).
Ć interessante ver que Ć© o sĆ”bado que dĆ” valor [fecho de ouro da semana temporal; assim como a criaĆ§Ć£o do ser humano realizada por Yaohushua, foi o āfecho de ouroā da criaĆ§Ć£o] aos demais dias da semana; assim transforma os 6 dias (imperfeitos) em 7 dias (perfeito). O Ćŗnico dia da semana que tem um nome Ć© shabbos e foi do paganismo que surgiu o nome domingo para o primeiro dia da semana ā um dia de trabalho como qualquer um dos demais, pois, 6 dias trabalharĆ”s (realiza a sua obra ā Ex 20:8-11)ā¦ Sunday/dia do sol, no inglĆŖs. Outro exemplo: seis povos habitavam a Terra Prometida (Ex 3,8). Mas eram imperfeitos. Yaoshorāul (nĆ£o a naĆ§Ć£o atual, pois estes nĆ£o aceitam a Yaohushua; mas sim o Yaoshorāul formado por nĆ³s, os salvos) serĆ” o sĆ©timo povo, aquele que tornarĆ” a terra perfeita, como era na criaĆ§Ć£o [errou o Criador ao nos criar na Terra, e agora tem que nos levar para o cĆ©u??? NĆ£o: Os mansos herdarĆ£o a terra ā Mt 5:5 (Sl 115:16; Pv 2:21-22)]!
Ver tambĆ©m o jogo numĆ©rico feito na elaboraĆ§Ć£o de alguns provĆ©rbios (Pr 6:16-19; 30:15-33).
Como os yaoshorulāitas escreviam seus nĆŗmeros com letras alfabĆ©ticas (nĆ£o tinham vogais), assim se podia escrever um nome com um valor numĆ©rico escolhido a dedo. Por exemplo, Mattāyaohuh divide a genealogia de Yaohuāshua em trĆŖs grupos de 14 geraƧƵes. Ora, o nĆŗmero 14 Ć© o resultado das somas das letras do nome de Daoāud (d + w + d): 4 + 6 + 4 = 14. EntĆ£o Yaohuāshua Ć© trĆŖs vezes Daoāud; Ć© o Daoāud por excelĆŖncia.
No capĆtulo 17 do Evangelho de Yaoākhanan, a palavra āmundoā aparece 18 vezes, isto Ć©: 6 + 6 + 6. Ora, para Yaoākhanan, nĆ£o Ć© a terra ou o mundo fĆsico ā como nĆ³s entendemos hoje ā que era mau. āMundoā significava: o sistema, ou seja, aqueles que nĆ£o aceitavam Yaohuāshua (podiam ser os judaicos do Templo, os romanos ou atĆ© mesmo os gentios; e hoje, nĆ³s, os do āmundoā: Lembre-se, ādo mundo, mas nĆ£o no mundoā!).
Perceba a diferenƧa: Reino DOS cĆ©us e jamais Reino NOS cĆ©usā¦ Somente no livro de Mattāyaohuh temos esta frase (reino dos cĆ©us) e jamais ele dizā¦.nos cĆ©us! O Pai Nosso diz: Venha a nĆ³s o Teu Reinoā¦ Se vocĆŖ ainda crĆŖ em ir para o cĆ©u (paganismo grego trazido aos cristĆ£os pela ICAR, em sua Vulgata), PARE de orar este Pai Nosso e passe a orar assim: Nos LEVE para o Teu Reino!!!
OBS: Gentios nas Escrituras, sĆ£o os descendentes das dez tribos espalhas pelo mundo, isto Ć©, o Reino do Norte, Yaoshorāul ā Is 9:1. Quando vocĆŖ ler nas Escrituras a palavra āIsraelā, vocĆŖ deve atentar ao contexto para saber se estĆ” falando das 10 tribos (a Casa de Israel ā Mt 10:5) ou da naĆ§Ć£o como um todo (o Reino do Sul/2 tribos + o Reino do Norte/10 tribos/a Casa de JudĆ”).
No capĆtulo 9 do Evangelho de JoĆ£o, o verbo āabrirā aparece 7 vezes, justamente no relato em que Yaohuāshua abre os olhos ao cego; um sinal importante no quarto Evangelho: Abrir seus olhos para a Verdade ā Jo 8:32.
Outro exemplo: na expressĆ£o āfilhos de Yaoshorāulā temos tambĆ©m um exemplo de como os escritores bĆblicos gostavam de fazer os jogos de palavras baseadas no valor numĆ©rico das letras do alfabeto hebraico. Em Filhos de Yaoshorāul, a soma dos valores das consoantes Ć©: 2 + 50 + 10 + 10 + 300 + 1 + 30 = 603. Esta Ć© a cifra da multidĆ£o do primeiro total do povo, no recenseamento antes de partir em direĆ§Ć£o ao Sāneah: 603.550 (Nm 1:46; 2:32). Ć o mesmo nĆŗmero dos homens que deixaram o Egito (Ex 12:37).
Enfim, os hebraicos davam muito valor aos nĆŗmeros, mas quanto a nĆ³s, corremos sĆ©rio risco de entrar por este caminho, a ponto de nos misturar com os mĆsticos ā Dt 18:10-12.
Os nĆŗmeros para os ocultistas (iluminats, maƧƓnicos e bruxos):

TrĆŖs (3) Ć© o primeiro nĆŗmero sagrado, o primeiro nĆŗmero perfeito [Wescott, 41]. TrĆŖs representa a Trindade PagĆ£ [Wescott, pg 37] Ele Ć© representado geometricamente no triĆ¢ngulo, e espiritualmente como o Terceiro Olho do hinduĆsmo. Os ocultistas multiplicam e adicionam trĆŖs aos outros nĆŗmeros sagrados para criar novos nĆŗmeros. Entretanto, tambĆ©m agrupam trĆŖs em grupos de dois ou de trĆŖs, pois acreditam no princĆpio da āintensificaĆ§Ć£oā, isto Ć©, que grande poder Ć© obtido quando um nĆŗmero āsagradoā Ć© agrupado. No caso do trĆŖs, uma maior intensificaĆ§Ć£o Ć© obtida quando ele Ć© mostrado como 33 ou 333. Quando Hitler cometeu suicĆdio, organizou os detalhes do horĆ”rio de modo a criar um trĆŖs triplicado (333). VocĆŖ pode ver como 333 formou a estrutura para essa ocasiĆ£o da mais alta importĆ¢ncia? Logicamente, 333 + 333 = 666. Os ocultistas usam 33 33 33 como um sĆmbolo oculto pelo qual apresentam o nĆŗmero mais ofensivo 666.
Quando os detalhes de um evento sĆ£o assim organizados, de forma a conter certos nĆŗmeros ocultistas sagrados ou combinaƧƵes numĆ©ricas, essa Ć© literalmente a assinatura ocultista de um evento. Somente os ocultistas reconhecerĆ£o essa assinatura.
Finalmente, os trĆŖs 33 33 33 sĆ£o organizados para representar 666 quando sĆ£o mostrados em pares. Matematicamente, 666 pode ser criado quando trĆŖs pares de trĆŖs sĆ£o somados. Assim (3+3) + (3+3) + (3+3). Agora, elimine os parĆŖnteses e os sinais de mais, e terĆ” 33 espaƧo 33 espaƧo 33, representando o nĆŗmero 666.
Seis (6) Ć© o prĆ³ximo nĆŗmero āsagradoā, representando o nĆŗmero da alma do homem [Wescot, pg 66]. Isso mostra o poder onipotente do Criador, pois essa crenƧa Ć© paralela Ć passagem em Apocalipse 13:18, em que o Criador atribui 666 ao homem; mais precisamente ao homem do pecado final, a Besta. Seis tambĆ©m Ć© considerado como ātodo-suficienteā. Isso tambĆ©m estĆ” em paralelo com o ensino bĆblico, que diz que o grande pecado do homem Ć© o orgulho de si mesmo.
Se o algarismo seis individualmente Ć© considerado poderoso, entĆ£o assim tambĆ©m o agrupamento dele como 66 ou 666. Entretanto, os ocultistas tambĆ©m pegam 666 e multiplicam os trĆŖs nĆŗmeros, obtendo 216. Wescott explica, āDe acordo com os pitagĆ³ricos, apĆ³s um perĆodo de 216 anos ā¦ todas as coisas sĆ£o regeneradasā, incluindo o homem. A āalmaā de cada pessoa seria regenerada, ou renascida precisamente 216 anos apĆ³s sua morte. Lembre-se desse valor, pois os ocultistas atribuem muitas das mesmas caracterĆsticas dos indivĆduos Ć s naƧƵes e creem ā como todo evangĆ©lico pentecostal ā na āimortalidade da almaā e na reencarnaĆ§Ć£oā¦
Sete (7) Ć© um nĆŗmero āsagradoā. Van Buren chama o sete de āum dos mais sagrados de todos os nĆŗmerosā¦ o Centro InvisĆvel, o EspĆrito de tudoā [pg 39]. Acredita-se que o sete literalmente governe todos os aspectos do universo, a partir do prĆ³prio corpo do homem, para os corpos do universo, e para as questƵes espirituais. Como a multiplicaĆ§Ć£o de sete cria um nĆŗmero sagrado ainda mais poderoso, nĆ£o devemos estar surpresos que 3Ć7, ou 21, seja considerado um nĆŗmero poderosĆssimo.
Assim, quando Adam Weishaupt formou os Mestres dos Illuminati, escolheu o dia do evento organizando os nĆŗmeros de uma maneira que formasse nĆŗmeros poderosos. Ele escolheu Primeiro de Maio, porque maio Ć© o quinto (5) mĆŖs, somado com o primeiro dia, Ć© igual a seis. Weishaupt escolheu 1776 porque os quatro algarismos somados dĆ£o 21 (1+7+7+6). AlĆ©m disso, 6+21=27, outro nĆŗmero de poder porque Ć© formado pela multiplicaĆ§Ć£o de 3Ć9. Essa data foi escolhida com muito cuidado por Weishaupt; ele acreditava que o Plano da NOM [Nova Ordem Mundial] estaria condenado ao fracasso se nĆ£o fosse executado em um dia numericamente auspicioso.
Nove (9) Ć© sagrado porque Ć© o āprimeiro cubo de um nĆŗmero Ćmpar (3)ā [Van Buren, pg 40-41]. Nove tambĆ©m contĆ©m muitas propriedades matemĆ”ticas singulares, mas este nĆ£o Ć© o objetivo deste estudo e nĆ£o vamos examinĆ”-las aqui. Espiritualmente, nove Ć© o nĆŗmero da āmorte para si mesmo para renascer em EspĆritoā [pg 41]. Essa Ć© uma falsificaĆ§Ć£o satĆ¢nica para o novo nascimento; a imersĆ£o.
Finalmente, o nove triplicado (999) Ć© utilizado para representar 666, pois Ć© simplesmente a inversĆ£o de 666. Agora, peque uma embalagem de papelĆ£o de algum produto industrializado e observe atentamente o sĆmbolo de reciclagemā¦ SintomĆ”tico, nĆ£o Ć©?
Onze (11) Ć© um nĆŗmero āsagradoā, embora represente āā¦ tudo o que Ć© pecaminoso, prejudicial e imperfeitoā [Wescott, pg 100]. O onze Ć© formado da soma de 5 + 6 = 11. Quando onze Ć© multiplicado pelo nĆŗmero perfeito 3, produz 33, um nĆŗmero de tremenda importĆ¢ncia no ocultismo. Em 1933, Adolf Hitler e o presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt chegaram ao poder. Ambos estavam comprometidos com o estabelecimento da Nova Ordem Mundial, e suas aƧƵes tiveram um grande impacto na humanidade. Foi tambĆ©m em 1933 que ocorreu a publicaĆ§Ć£o do Primeiro Manifesto Humanista. VocĆŖ vĆŖ como satan manipulou a histĆ³ria mundial para produzir 3 eventos da Nova Ordem Mundial em 1933? Assim, um 333 poderoso serviu como estrutura para eventos mundiais naquele ano.
Treze (13) Ć© considerado sagrado porque Ć© formado pela adiĆ§Ć£o do seis (o nĆŗmero da alma do homem) com sete (um dos nĆŗmeros perfeitos) Ć 6 + 7 = 13.
Entretanto, 13 Ć© o nĆŗmero que o Criador atribuiu a satanĆ”s. Sabemos que os dias sagrados na primavera pagĆ£ sĆ£o 30 de abril e primeiro de maio.
Agora, some os nĆŗmeros que formam essas datas (3+4=7; 5+1=6); quando vocĆŖ soma seis com sete, obtĆ©m treze, o nĆŗmero de satan.
Em matemƔtica
Quarenta Ć© um nĆŗmero composto , um nĆŗmero refatorĆ”vel , um nĆŗmero octogonal , e - como a soma dos quatro primeiros nĆŗmeros pentagonais :1+5+12+22=40ā Ć© um nĆŗmero piramidal pentagonal .
Somando alguns subconjuntos de seus divisores (por exemplo, 1, 4, 5, 10 e 20) dĆ” 40; portanto, 40 Ć© um nĆŗmero semiperfeito .
Dado 40, a funĆ§Ć£o Mertens retorna 0 . 40 Ć© o menor nĆŗmero n com exatamente nove soluƧƵes para a equaĆ§Ć£o funĆ§Ć£o totiente de Euler
Quarenta Ć© o nĆŗmero de soluƧƵes de problemas n -rainhas para n=7.
Quarenta Ć© um dĆgito representativo em ternĆ”rio (1111, ou seja ,30+31+32+33, ou, em outras palavras,34ā12) e um nĆŗmero de Harshad em decimal
Na ciĆŖncia
O nĆŗmero atĆ“mico do zircĆ“nio .
Quarenta negativos Ć© a Ćŗnica temperatura Ć qual as escalas Fahrenheit e Celsius correspondem; isto Ć©, ā40 Ā°F = ā40 Ā°C. Ć referido como "menos quarenta" ou "quarenta abaixo".
Nas religiƵes
O nĆŗmero 40 Ć© encontrado em muitas tradiƧƵes sem nenhuma explicaĆ§Ć£o universal para seu uso. Nas tradiƧƵes judaicas , cristĆ£s , islĆ¢micas e outras do Oriente MĆ©dio , Ć© considerado um nĆŗmero grande e aproximado , semelhante a " umpteen ".
SumƩrio
Enki ( /ĖÉÅki/) ou Enkil (sumĆ©rio: dEN.KI(G)šš ) Ć© um deus da mitologia sumĆ©ria , mais tarde conhecido como Ea na mitologia acadiana e babilĆ“nica. Ele era originalmente o deus patrono da cidade de Eridu , mas depois a influĆŖncia de seu culto se espalhou por toda a MesopotĆ¢mia e para os cananeus , hititas e hurritas . Ele era a divindade do artesanato (gaÅ”am); travessura; Ć”gua, Ć”gua do mar, Ć”gua do lago (a, aba, ab), inteligĆŖncia (gestĆŗ, literalmente "orelha") e criaĆ§Ć£o (Nudimmud: nu, semelhanƧa, lama escura, fazer urso). Ele foi associado com a banda sul de constelaƧƵes chamadas estrelas de Ea, mas tambĆ©m com a constelaĆ§Ć£o AÅ -IKU, o Campo ( Quadrado de Pegasus).
ComeƧando por volta do segundo milĆŖnio aec, ele Ć s vezes era referido por escrito pelo ideograma numĆ©rico de "40", ocasionalmente referido como seu "nĆŗmero sagrado".
Um grande nĆŗmero de mitos sobre Enki foi coletado em muitos locais, desde o sul do Iraque atĆ© a costa do Levante. Ele figura nas primeiras inscriƧƵes cuneiformes existentes em toda a regiĆ£o e foi proeminente desde o terceiro milĆŖnio atĆ© os tempos helenĆsticos.
O significado exato de seu nome Ć© incerto: a traduĆ§Ć£o comum Ć© "Senhor da Terra": o sumĆ©rio en Ć© traduzido como um tĆtulo equivalente a "senhor"; originalmente era um tĆtulo dado ao Sumo Sacerdote; ki significa "terra"; mas hĆ” teorias de que ki neste nome tem outra origem, possivelmente kig de significado desconhecido, ou kur que significa "monte". O nome Ea Ć© supostamente de origem hurrita, enquanto outros afirmam que Ć© possivelmente de origem semĆtica e pode ser uma derivaĆ§Ć£o da raiz semĆtica ocidental *hyy, que significa "vida", neste caso, usada para "nascente", "Ć”gua corrente". Em sumĆ©rio, EA significa "a casa da Ć”gua", e foi sugerido que este era originalmente o nome do santuĆ”rio do Deus em Eridu.
JudaĆsmo
Na BĆblia hebraica , quarenta Ć© freqĆ¼entemente usado para perĆodos de tempo, quarenta dias ou quarenta anos, que separam "duas Ć©pocas distintas".
A chuva caiu por "quarenta dias e quarenta noites" durante o DilĆŗvio (GĆŖnesis 7:4).
NoĆ© esperou quarenta dias depois que os cumes das montanhas foram vistos apĆ³s o dilĆŗvio, antes de soltar um corvo (GĆŖnesis 8:5ā7).
EspiƵes foram enviados por MoisĆ©s para explorar a terra de CanaĆ£ (prometida aos filhos de Israel) por āquarenta diasā (NĆŗmeros 13:2, 25).
O povo hebreu viveu nas terras fora da terra prometida por "quarenta anos". Este perĆodo de anos representa o tempo que leva para uma nova geraĆ§Ć£o surgir (NĆŗmeros 32:13).
Diz-se que vĆ”rios dos primeiros lĆderes e reis hebreus governaram por "quarenta anos", isto Ć©, uma geraĆ§Ć£o. Exemplos incluem Eli (1 Samuel 4:18), Saul (Atos 13:21), Davi (2 Samuel 5:4) e SalomĆ£o (1 Reis 11:42).
Golias desafiou os israelitas duas vezes por dia durante quarenta dias antes de Davi derrotĆ”-lo (1 Samuel 17:16).
MoisĆ©s passou trĆŖs perĆodos consecutivos de "quarenta dias e quarenta noites" no Monte Sinai :
Ele subiu no sƩtimo dia de Sivan , depois que Deus deu a TorƔ ao povo judeu, a fim de aprender a TorƔ de Deus, e desceu no dƩcimo sƩtimo dia de Tammuz , quando viu os judeus adorando o Bezerro de Ouro e quebrou as tƔbuas (DeuteronƓmio 9:11).
Ele subiu no dĆ©cimo oitavo dia de Tammuz para implorar perdĆ£o pelo pecado do povo e desceu sem a expiaĆ§Ć£o de Deus no vigĆ©simo nono dia de Av (DeuteronĆ“mio 9:25).
Ele subiu no primeiro dia de Elul e desceu no dĆ©cimo dia de Tishrei , o primeiro Yom Kippur , com a expiaĆ§Ć£o de Deus (DeuteronĆ“mio 10:10).
Um micvĆŖ consiste em 40 se'ah (aproximadamente 200 galƵes americanos ou 760 litros ) de Ć”gua
O profeta Elias teve que caminhar 40 dias e 40 noites antes de chegar ao monte Horebe (1 Reis 19:8).
40 chicotadas Ʃ uma das puniƧƵes impostas pelo SinƩdrio ( DeuteronƓmio 25:3 ), embora na prƔtica real apenas 39 chicotadas tenham sido administradas.
(NĆŗmeros 14:33ā34) alude ao mesmo [ esclarecimento necessĆ”rio ] com vĆnculos com a profecia no Livro de Daniel. "Por quarenta anos - um ano para cada um dos quarenta dias que vocĆŖ explorou a terra - vocĆŖ sofrerĆ” por seus pecados e saberĆ” o que Ć© ter-Me contra vocĆŖ."
Um dos prƩ-requisitos para um homem estudar CabalƔ Ʃ que ele tenha quarenta anos.
"O registro desses homens foi realizado cruelmente, zelosamente, assiduamente, desde o nascer do sol atĆ© o pĆ“r do sol, e nĆ£o terminou em quarenta dias" (3 Macabeus 4:15).
Jonas adverte NĆnive que "mais quarenta dias, e NĆnive serĆ” subvertida". (Jonas 3:4)
Cristianismo
O cristianismo tambĆ©m usa quarenta para designar perĆodos de tempo importantes.
MoisĆ©s permanece no Monte Sinai por 40 dias e 40 noites (Ćxodo 24:18).
Antes de sua tentaĆ§Ć£o , Jesus jejuou "quarenta dias e quarenta noites" no deserto da JudĆ©ia (Mateus 4:2, Marcos 1:13, Lucas 4:2).
Quarenta dias foi o perĆodo desde a ressurreiĆ§Ć£o de Jesus atĆ© a ascensĆ£o de Jesus (Atos 1:3).
De acordo com EstĆŖvĆ£o, a vida de MoisĆ©s Ć© dividida em trĆŖs segmentos de 40 anos, separados por seu crescimento atĆ© a idade adulta, fuga do Egito e seu retorno para liderar seu povo (Atos 7:23, 30, 36).
Na prĆ”tica cristĆ£ moderna, a Quaresma consiste nos 40 dias anteriores Ć PĆ”scoa . Em grande parte do cristianismo ocidental, os domingos sĆ£o excluĆdos da contagem, hĆ” 46 dias no total da Quaresma; no cristianismo oriental, os domingos estĆ£o incluĆdos.
Os Quarenta MƔrtires de Sebaste
Kirk Kilisse , "Quarenta Igrejas" (Ī£Ī±ĻĪ¬Ī½ĻĪ± ĪĪŗĪŗĪ»Ī·ĻĪ¹ĪĻ) na TrĆ”cia Oriental
A chuva caiu por "quarenta dias e quarenta noites" durante o DilĆŗvio (GĆŖnesis 7:4).
IslĆ£
Muhammad tinha quarenta anos quando recebeu pela primeira vez a revelaĆ§Ć£o entregue pelo arcanjo Gabriel.
Masih ad-Dajjal percorre a Terra em quarenta dias, a duraĆ§Ć£o do primeiro dia Ć© de um ano, o segundo dia Ć© de um mĆŖs, o terceiro dia Ć© de uma semana e o dia seguinte (atĆ© o 40Āŗ dia) Ć© de um dia.
Deus proibiu os israelitas de entrar na Terra Santa por 40 anos para separĆ”-los de Musa ( MoisĆ©s ) e seu irmĆ£o.
Musa ( MoisƩs ) passou 40 dias no Monte Sinai onde recebeu os 10 mandamentos.
Yazidismo
Na fĆ© Yazidi , o Templo Chermera (que significa "40 homens" no dialeto Yazidi) Ć© tĆ£o antigo que ninguĆ©m se lembra de como veio a ter esse nome, mas acredita-se que deriva do enterro de 40 homens no local do topo da montanha.
Costumes funerƔrios
Alguns russos, bĆŗlgaros e sĆ©rvios acreditam que os fantasmas dos mortos permanecem no local de sua morte por quarenta dias. ApĆ³s os quarenta dias, oraƧƵes adicionais sĆ£o realizadas no tĆŗmulo (parastos (ŠæŠ°ŃŠ°ŃŃŠ¾Ń) ou panihida (ŠæŠ°Š½ŠøŃ ŠøŠ“Š°)), para escoltar a alma em seu caminho para a corte de Deus.
Muitos filipinos cristĆ£os marcam o fim do perĆodo inicial de luto no quadragĆ©simo dia apĆ³s a morte e celebram uma missa . Eles acreditam que a alma permanece no plano terrestre por quarenta dias antes de entrar na vida apĆ³s a morte, lembrando como Cristo ascendeu ao cĆ©u quarenta dias apĆ³s sua ressurreiĆ§Ć£o .
HinduĆsmo
No hinduĆsmo , algumas oraƧƵes religiosas populares consistem em quarenta shlokas ou dohas (dĆsticos, estrofes). O mais comum Ć© o Hanuman Chalisa ( chaalis Ć© o termo Hindi para 40).
No sistema hindu, alguns dos perĆodos de jejum populares consistem em 40 dias e sĆ£o chamados de perĆodo Um 'Mandala Kalam' Kalam significa um perĆodo e Mandala Kalam significa um perĆodo de 40 dias. Por exemplo, os devotos (masculino e feminino) de Swami Ayyappa, nome de um deus hindu muito popular em Kerala, Ćndia (Sabarimala Swami Ayyappan) observaram rigorosamente quarenta dias de jejum e visitas (uma vez que as devotas de uma determinada faixa etĆ”ria biolĆ³gica nĆ£o Para poder realizar as austeridades contĆnuas de 40 dias, eles nĆ£o entrariam no templo do deus atĆ© setembro de 2018) com suas sagradas submissƵes ou ofertas no dia 41 ou em um dia conveniente apĆ³s uma prĆ”tica mĆnima de 40 dias de jejum. A oferenda Ć© chamada de "Kaanikka".
Budismo
Ao discutir a meditaĆ§Ć£o, o Visuddhimagga sugere 40 assuntos de meditaĆ§Ć£o para focar.
Sikhismo
Anand Sahib , a quinta e Ćŗltima das oraƧƵes diĆ”rias Sikh tem 40 parĆ”grafos, e o 40Āŗ parĆ”grafo Ć© frequentemente lido ao concluir qualquer cerimĆ“nia Sikh.
Chali Mukte (40 libertos) refere-se aos 40 soldados do exĆ©rcito do Guru Gobind Singh . Esses 40 discĆpulos eram os discĆpulos mais amados e favoritos do Guru.
Nos esportes
No beisebol, cada equipe da Liga Principal de Beisebol pode ter 40 jogadores sob contratos da liga principal a qualquer momento (sem incluir jogadores na lista de deficientes fĆsicos de 60 dias). De 1Āŗ de setembro atĆ© o final da temporada regular, as equipes foram autorizadas a expandir suas listas de dias de jogo para incluir toda a lista de 40 jogadores durante a temporada de 2019, mas a partir de 2020 as equipes sĆ³ podem ter 28 jogadores em suas listas de dias de jogo durante esse perĆodo.
Nas corridas de cavalos, o nĆŗmero mĆ”ximo permitido de corredores no Grand National Ć© de 40.
A corrida de 40 jardas Ʃ uma mƩtrica importante no olheiro do futebol americano .
No tĆŖnis , o nĆŗmero 40 representa o terceiro ponto ganho em uma partida. Uma pontuaĆ§Ć£o de 40ā40 (trĆŖs pontos cada) Ć© chamada de "empate", momento em que o jogador deve marcar dois pontos consecutivos para vencer o jogo.
Na NASCAR , o nĆŗmero de carros que correram em cada corrida na Cup Series de nĆvel superior desde 2016 e na Xfinity Series de segundo nĆvel desde 2013
Quarenta tambƩm Ʃ:
O QuirguistĆ£o Ć© um paĆs da Ćsia Central e Ć© derivado da palavra quirguiz que significa "Terra das quarenta tribos". O nĆŗmero 40 Ć© significativo nas tradiƧƵes do QuirguistĆ£o e aparece em muitas Ć”reas da cultura do QuirguistĆ£o.
Na tradiĆ§Ć£o literĆ”ria tĆ¢mil, 40 (nÄį¹patu: ą®Øą®¾ą®±ąÆą®Ŗą®¤ąÆ) e 400 (nÄį¹Å«į¹u: ą®Øą®¾ą®©ąÆą®±ąÆ) tĆŖm um significado especial. Muitas obras curtas do perĆodo pĆ³s-Sangam tĆŖm 40 poemas. Algumas obras conhecidas com 40 poemas sĆ£o naį¹į¹eį¹i, iį¹į¹Ä nÄį¹patu, kaįø·avaįø»i nÄį¹patu, iį¹iyavai nÄį¹patu, kÄr nÄį¹patu.
na expressĆ£o " quarenta piscadelas ", significando um sono curto
no nome comercial do Ć³leo penetrante e spray de deslocamento de Ć”gua WD-40 ; "WD-40" Ć© uma abreviaĆ§Ć£o de "Water Displacement, 40th formula".
o calibre da bala em vƔrios cartuchos de armas de fogo, principalmente o .40 S&W . (O 10mm Auto , embora designado como calibre mƩtrico, usa o mesmo calibre e geralmente usa as mesmas balas.)
o nĆŗmero de anos de casamento celebrados pelas bodas de rubi
o cĆ³digo para ligaƧƵes internacionais de discagem direta para a RomĆŖnia
o nĆŗmero de espaƧos em um tabuleiro de jogo Monopoly padrĆ£o
o nĆŗmero de ladrƵes em " Ali Baba e os Quarenta LadrƵes " e em Ali Shar e Zumurrud , de As Mil e Uma Noites (ambos os nĆŗmeros 40 e 1001 sĆ£o mais provĆ”veis āāde significar "muitos" do que de indicar um nĆŗmero especĆfico)
o nĆŗmero habitual de horas em uma semana de trabalho regular em alguns paĆses ocidentais
o nĆŗmero de semanas para um termo mĆ©dio de gravidez , contando a partir do Ćŗltimo perĆodo menstrual da mulher
O Tessarakonteres , ou 40, o maior navio da antiguidade, construĆdo por Ptolomeu IV
Quarenta Ć© o Ćŗnico nĆŗmero inteiro cujo nome em inglĆŖs tem suas letras em ordem alfabĆ©tica.
Forty Foot , um promontĆ³rio na ponta sul da BaĆa de Dublin , na Irlanda, de onde as pessoas nadam no mar da Irlanda durante todo o ano hĆ” cerca de 250 anos
ApĆ³s a Guerra Civil, havia planos de oferecer aos escravos libertos 40 acres e uma mula .
Para entender um povo, vocĆŖ deve viver entre eles por 40 dias. ~ProvĆ©rbio Ć”rabe
Quarentena , a prĆ”tica de isolamento para evitar a propagaĆ§Ć£o de doenƧas epidĆŖmicas , deriva de um dialeto veneziano do italiano quaranta giorni , que significa 'quarenta dias', o perĆodo em que os navios deveriam ficar isolados antes que passageiros e tripulantes pudessem desembarcar durante a Peste Negra . .
Para se qualificar para os benefĆcios de aposentadoria da PrevidĆŖncia Social (Estados Unidos) , uma pessoa deve ter rendimentos por 40 trimestres (equivalente a 10 anos).
Freeholders de quarenta xelins , apelido dado Ć queles que se qualificaram para uma franquia , o direito de voto, com base em sua participaĆ§Ć£o em terras e/ou propriedades com valor de aluguel anual de 40s. Introduzido na Inglaterra em 1430, foi aplicado lĆ” e em muitos territĆ³rios associados, de vĆ”rias formas, atĆ© 1918.
Astronomia e o nĆŗmero 40

O conhecimento da astronomia era muito importante para as sociedades agrĆcolas.
Certas coisas devem ser feitas em intervalos de tempo especĆficos, ou toda a colheita pode ser perdida. Em Trabalhos e Dias, HesĆodo dĆ” o seguinte conselho: āQuando as PlĆŖiades, filhas de Atlas, estiverem nascendo, comece sua colheita e seu arado quando elas estiverem se pondo. Quarenta noites e dias eles estĆ£o ocultos e reaparecem Ć medida que o ano avanƧa, quando vocĆŖ afia sua foice pela primeira vez.
Esta Ć© a lei das planĆcies, e daqueles que vivem perto do mar, e que habitam terras ricas, os vales e vales longe do mar revolto, - desbravar para semear e desfolhar para arar e ceifar, se vocĆŖ deseja adquira todos os frutos de DemĆ©ter no devido tempo, e que cada espĆ©cie possa crescer em sua estaĆ§Ć£o.
Caso contrĆ”rio, depois, vocĆŖ pode passar necessidades e ir mendigar nas casas de outros homens, mas sem sucesso; como vocĆŖ jĆ” veio a mimā. AlĆ©m do conselho agrĆcola, Ć© interessante que o aglomerado das PlĆŖiades fique escondido da vista por 40 dias. As PlĆŖiades ou As Sete IrmĆ£s Ć© um aglomerado de estrelas localizado na constelaĆ§Ć£o de Touro. Touro, o touro, pode ser conectado a Apis, a forma de touro de OsĆris.
Notas Finais
No livro Etimologias de Isidoro de Sevilha, ele diz o seguinte sobre os nĆŗmeros: āA contagem dos nĆŗmeros nĆ£o deve ser desprezada, pois em muitas passagens das escrituras sagradas elucida quĆ£o grande Ć© o mistĆ©rio que eles encerramā. Bem, espero ter desmistificado alguns dos aspectos relativos ao nĆŗmero 40. Fiz o possĆvel para pesquisar esse nĆŗmero em vĆ”rios escritos e tradiƧƵes.
TambĆ©m fiz o possĆvel para explicar as origens por trĆ”s da natureza simbĆ³lica desse nĆŗmero. Vemos que muitos aspectos da cultura humana estĆ£o interligados.
O simbolismo do nĆŗmero 40 estĆ” ligado Ć biologia humana, agricultura e astronomia. Tentei ser holĆstico em minha abordagem.
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FLAVIO AMATTI FILHO
Bibliografia, Fontes e Referencias:
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gutenberg.net
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Quarta ou sexta-feira: A Morte do Messias!
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